Home

Advertisement

Customize
babileta
13 December 2009 @ 12:41 pm
Aquilo que vi e li em 2009, só para não esquecer. Acho que tem outros que eu não lembrei por enquanto e espero terminar os que comecei até o início de 2010, nas férias.

listas )
 
 
babileta
12 October 2009 @ 09:17 pm
Trois couleurs: Bleu


Assisti à trilogia das cores já faz tempos, mas ainda falta uma opinião. Existiu na minha vida muita pressão para ver os três filmes (A liberdade é azulA igualdade é branca, A fraternidade é vermelha), com os meus estudos (por ora interrompidos) de francês, com as minhas conversas (à época) frequentes com a Gabi e com a Janine.
Passei na casa da minha tia e vi uma caixa com os três filmes. perguntei se ela queria me emprestar. Ela quis, e, no fim das contas, deve ter ganhado ou comprado outra, porque me deu aquela. Assisti aos filmes em doses homeopáticas, porque sempre dormimos (eu e a minha mãe) quando nos propomos a fazer sessão de cinema na sala. (Ontem dormi vendo Zelig, do Woody Allen; tentarei terminar amanhã).
Cheguemos então à parte em que vi todos os filmes. Imaginava-os diferentes, para ser sincera. Minha expectativa era outra, mas não me lembro mais qual. Depois de ver algo, a imagem em nossa mente muda e fica difícil resgatar a imagem primeira, a que formamos idealmente. No entanto, imaginá-los diferentes não é algo negativo, sobretudo se se gosta de fator-surpresa.
Gostei da estética dos filmes, das escolhas- até um pouco óbvias- de se evidenciar a cor do título em detrimento às outras. Gostei também das narrativas. As histórias, sim, fugiam do óbvio, e não caem na previsibilidade. O desfecho em A fraternidade é vermelha também.

E se é preciso emitir uma opinião estritamente pessoal: o meu favorito foi o A liberdade é azul.
 
 
babileta
17 May 2009 @ 07:30 pm
Em "Páginas da Revolução" (According to Pereira), de 1996, editor de jornal escolhe um jovem para escrever textos em homenagem a escritores famosos ainda vivos, para serem publicados assim que falecessem. O filme se passa na Lisboa salazarista e dialoga com a revolução e a contra-revolução. A revolução que se instaurava era de cunho fascista e os contra-revolucionários eram aqueles que se opunham aos regimes que ascendiam na Europa (a se considerar os casos italiano, alemão, espanhol e português, de extrema direita). Ao mesmo tempo em que alguns jovens se apresentam como contra-revolucionários, a imagem de crianças da juventude salazarista mostra a formação que o governo esperava em seu território. Dentre os autores citados no filme, Federíco García Lorca (espanhol morto na Guerra Civil Espanhola em 1936) manifesta em um de seus poemas a impressão geral que me ficou do filme. Chamado Llanto por Ignacio Sanchez Mejias, o poema diz:

"
Pero ya duerme sin fin.
Ya los musgos y la hierba
abren con dedos seguros
la flor de su calavera.
Y su sangre ya viene cantando:
cantando por marismas y praderas,
resbalando por cuernos ateridos,
vacilando sin alma por la niebla,
tropezando con miles de pezuñas
como una larga, oscura, triste lengua,
para formar un charco de agonía
junto al Guadalquivir de las estrellas.
¡Oh blanco muro de España!
¡Oh negro toro de pena!
¡Oh sangre dura de Ignacio!
¡Oh ruiseñor de sus venas!"

(tradução livre:
Mas já dorme sem fim
Já os musgos e a herva
abrem com dedos seguros
a flor de sua caveira.E seu sangue já vem cantando:
cantando por ______ e _____,
resvalando em chifres congelados,
vacilando sem alma pela ____,
tropeçando com milhares de ____
como uma larga, obscura, triste língua,
para formar um charco de agonia
junto ao Guadalquivir das estrelas.
Oh branco muro de Espanha!
Oh negro touro de pena!
Oh duro sangue de Ignacio!
Oh ___ de suas veias!).
 

 
 
babileta
31 December 2007 @ 03:17 pm
Lista dos filmes da vida )
É engraçado colocar Glauber Rocha com Walt Diney e Kubrick com Almodóvar. 
Aliás, não tenho muita sorte com trilogias. Ou não tenho paciência para ver o fim delas (vide Matrix, Piratas do Caribe, X-men, Shrek).
Tags: ,
 
 
ao som de: Vão me levando - Antônio Nóbrega
 
 
babileta
14 November 2007 @ 08:13 pm

Fui assistir a "Antes só do que mal casado", comédia com o Ben Stiller. É meio bobinho, até certo ponto previsível, mas engraçada. Aliás, acho que se eu fosse crítica de arte, seria daquelas que não sabem definir se algo é bom ou não é (convenhamos que nem é esse o papel dos críticos). A parte que eu comecei a rir mais foi uma em que o personagem estava no auge do drama. Minha amiga disse "rir da desgraça alheia", mas não era nem por isso. Era porque o personagem é praticamente a Bárbara. Haha. O pior é que é muito verdade.

[estou de férias. Férias da escola. Última... e vai até a faculdade agora.]

 
 
ao som de: Holiday - Green Day
 
 
 
 

Advertisement

Customize